O abraço da Harmonia com Optimal EFT
[ editar artigo]

O abraço da Harmonia com Optimal EFT

Acabei de ter essa experiência muito profunda. Comecei trabalhando um evento que tinha acabado de acontecer e cheguei a um evento específico muito antigo e foi uma experiência incrível com o Terapeuta Interior.

Minha mãe, sempre muito crítica, havia acabado de falar mal do meu filho quanto a um comportamento dele. Isso sempre gera em mim sentimentos muito angustiantes. Sinto muita raiva dela, mas uma raiva bastante infantil, pois sou muito sensível a tudo o que ela é, o que ela pensa, o que ela fala, aos seus gestos, feições, tudo que vem dela me afeta muito, me magoa, me emudece, me dá um nó na garganta, sinto enjoo, é literalmente como um soco no estômago. Ao invés de responder a ela, defendendo-o, pois a crítica não tinha nenhum sentido para mim, eu sai de perto dela, e fui me aquietar para trabalhar com o TI. Convidei-o a vir, emanar luz sobre aquele ódio que eu estava sentindo naquele momento, pois é sempre um sentimento muito difícil pra mim. Eu sinto como se tivesse cometendo um pecado gravíssimo, isso porque não sou uma pessoa religiosa, mas o sentimento é esse, sentir raiva da minha mãe é punição divina na certa. Enfim, conforme fui trabalhando isso, vendo a imagem dela como uma bruxa malvada da Disney, apontando o dedo pra mim com uma feição muito acusatória, vi uma imagem, como se laços etéricos escuros nos ligasse pelos chacras e surgiu uma imagem de um anjo com uma espada violeta brilhante cortando esses laços negativos um a um, em cada um dos chacras e nos separando. Conforme nos separamos, senti uma bolha me envolvendo, como se tivesse me protegendo dela, permitindo que eu mantivesse a minha individualidade sem me deixar afetar por ela.  Nesse momento veio um evento específico de quando tinha uns 5 anos e do qual eu não me lembrava. Meu pai alugava a casa no fundo da nossa casa para um casal que tinha uma filha. A mãe da menina havia colocado no quintal uma bacia com o vestido da menina de molho. Não sei por que, não me lembro das minhas motivações na época, eu coloquei água sanitária na bacia e manchou o vestido da menina. Minha mãe veio muito brava depois que a mãe da menina reclamou para ela, e disse que eu era “malvadinha, ciumenta, invejosa e que nunca ninguém ia me querer porque eu era muito feia por ter estragado o vestidinho da Claudinha”. Nesse momento, eu me vi diante da minha mãe, me apontando o dedo, me xingando com a cara muito brava, aí veio uma presença, uma imagem de uma deusa, com o vestido rosa todo esvoaçante, como se fosse feito de luz, cabelos longos, e me puxou pela mão, eu era uma criança, não adulta como hoje, me colocou em seu colo, me abraçou e começou a me dizer as palavras mais lindas sobre mim. Que eu era linda , que tinha um bom coração, que eu havia feito aquilo porque ninguém olhava pra mim, ninguém ouvia o que eu dizia, ninguém me pegava no colo e eu fiz aquilo para chamar atenção para fazer com que alguém me visse. Fiquei vários minutos, talvez uns 15 minutos nesse abraço acolhedor e ouvindo coisas sobre mim, sobre minhas escolhas, minha vida. Foi uma das experiências mais marcantes da minha vida, um sentimento profundo de amor por mim mesma.

Sei que tenho muitas questões para trabalhar em relação a minha mãe, mas no momento eu estou me sentindo bem, a raiva passou, logo em seguida fui conversar com ela e é como se aquele evento dela criticando meu filho simplesmente tivesse desaparecido. Trouxe uma brisa, uma leveza na região do coração, do plexo solar, da garganta. Foi muito boa a sensação de relaxamento e paz.

O mais especial disso tudo é que essa figura acolhedora que surgiu, essa deusa,  era uma imagem que eu chamava quando era criança e meus pais brigavam entre si.  Eu nunca suportei brigas e discussões, e quando isso acontecia, acho que tinha uns 7 ou 8 anos, eu ia para o meu quarto, deitava na minha cama e ficava chorando, encolhida na cama e imaginava essa deusa  HARMONIA vindo até mim e eu pedindo a ela que acalmasse os meus pais. Eu imaginava ela voando pela casa, indo falar com o meu pai e a minha mãe para eles fazerem as pazes. E por incrível que pareça, e hoje eu não acho mais que isso seja incrível, isso dava certo. Na época eu achava que fazia mágica. Mas de qualquer forma, tomei consciência que convidava o Terapeuta Interior sem saber, e ele/ela vinha com o nome e a imagem da HARMONIA. Não sei o que dizer dessa experiência, é como se não tivesse palavras, mas agora talvez, eu tenha conseguido me abrir mais para a experiência em si, sem racionalizá-la, e com certeza a qualidade e a profundidade do trabalho com o TI foram muito maiores.  Beijos a todos e um abraço acolhedor em todos.

Comunidade EFT Oficial
Continue lendo
Indicados para você